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Frota alugada com venda habitual, transferência ao estoque e DFC

Concilie a transferência da frota para estoque e os fluxos operacionais da atividade habitual.

Na atividade que normalmente aluga bens e depois os vende, encerrar a locação e destinar o bem à venda pode exigir transferência para estoque. A origem no imobilizado também não torna automaticamente os fluxos de aquisição e venda em atividades de investimento. O exemplo concilia essas duas particularidades.

Premissas confirmadas no exemplo

Todos os valores são fictícios. A entidade normalmente compra veículos para aluguel seguido de venda em suas atividades operacionais. Não se trata de alienação ocasional de equipamento de uso próprio. Um veículo deixa de ser alugado e passa a ser mantido para venda, com custo de R$ 100.000 e depreciação acumulada de R$ 40.000 já atualizada até essa data.

O valor realizável líquido é R$ 70.000, superior ao saldo de R$ 60.000. O veículo é transferido para estoque por R$ 60.000 e depois vendido por R$ 75.000. A transferência não movimenta caixa. A venda gera receita de R$ 75.000 e custo de R$ 60.000, com margem de R$ 15.000.

Fluxos do recorte

Evento Entrada ou saída Atividade na DFC
Compra de nova frota para aluguel seguido de venda Saída de R$ 120.000 Operacional
Venda do veículo anteriormente alugado Entrada de R$ 75.000 Operacional
Aluguéis recebidos Entrada de R$ 12.000 Operacional
Venda ocasional de equipamento do escritório Entrada de R$ 20.000 Investimento

O fluxo operacional soma entradas de R$ 87.000 e saídas de R$ 120.000, resultando em saída líquida de R$ 33.000. O investimento traz R$ 20.000. Com caixa inicial de R$ 200.000, o saldo final é R$ 187.000.

Classificar toda compra e venda da frota como investimento produziria operacional positivo de R$ 12.000 e investimento negativo de R$ 25.000. O caixa total continuaria correto, mas R$ 45.000 teriam sido deslocados entre atividades. O equipamento do escritório é independente da frota e seu saldo contábil é R$ 20.000, sem ganho na alienação.

Pacote verificável

As quatro tabelas e o programa conferem transferência, margem, entradas, saídas e contraste de classificação. Instruções e manifesto completam sete arquivos. O recorte não reconstrói toda a DRE da entidade nem dispensa depreciação até a data apropriada. A prática habitual e a efetiva mudança de destinação devem ser documentadas antes de aplicar a hipótese.

Fontes: CPC 27, item 68A e CPC 03, itens 14 e 16. Consulte assistência técnica contábil para delimitar o exame dos fluxos e dos registros patrimoniais.

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