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Ordem de pagamentos do CRI, simulador de caixa por prioridade

Simule a ordem fictícia de pagamentos de CRI, altere caixa e obrigações e exporte a memória por prioridade.

Quando o caixa de uma emissão é insuficiente, conhecer o total das obrigações não basta. É preciso demonstrar em qual prioridade o dinheiro se esgota. Este simulador percorre uma ordem de pagamentos fictícia e mostra o saldo após despesas, recomposição de reserva, juros e amortizações de duas séries.

A sequência foi criada para o exercício e não representa um padrão obrigatório para CRI. Em uma análise real, as prioridades, os valores exigíveis e as condições de bloqueio precisam ser extraídos do instrumento vigente naquela data. O aplicativo não identifica automaticamente cláusulas ou eventos de uma emissão.

Experimente com os dados preenchidos

Altere o caixa ou uma obrigação e clique em calcular. Informe valores sem separador de milhares, usando vírgula ou ponto para os centavos. O limite é de um bilhão de reais por campo. Campos vazios não são tratados como zero. Os dados ficam no navegador, sem envio para a Costa Nova ou consulta a sistemas financeiros.

O botão de exportação gera a tabela calculada, incluindo a regra aplicada em cada prioridade. Se algum dado for alterado, a memória anterior é retirada até novo cálculo. Restaurar exemplo recupera todos os parâmetros iniciais e permite repetir a conferência.

Como a sequência consome R$ 150.000,00

Prioridade Necessidade Alocação do exemplo Caixa remanescente
Despesas R$ 10.000,00 R$ 10.000,00 R$ 140.000,00
Recomposição da reserva R$ 15.000,00 R$ 15.000,00 R$ 125.000,00
Juros seniores R$ 30.000,00 R$ 30.000,00 R$ 95.000,00
Amortização sênior R$ 80.000,00 R$ 80.000,00 R$ 15.000,00
Juros subordinados R$ 10.000,00 R$ 10.000,00 R$ 5.000,00
Amortização subordinada R$ 20.000,00 R$ 5.000,00 R$ 0,00

A reserva exigida é R$ 20.000,00 e a conta separada já contém R$ 5.000,00. Por isso, apenas R$ 15.000,00 do caixa livre são destinados à recomposição. O caixa inicial de R$ 150.000,00 exclui a reserva já constituída. Incluir a mesma reserva nas duas entradas criaria uma disponibilidade artificial.

Fórmula e insuficiências

Em cada nível, a alocação é o menor valor entre a necessidade e o caixa anterior. O caixa seguinte é obtido descontando essa alocação. A insuficiência corresponde à necessidade menos o valor alocado. O programa trabalha com centavos inteiros, evitando resíduos de arredondamento na distribuição do dinheiro.

No cenário inicial, faltam R$ 15.000,00 para a amortização subordinada. Esse valor permanece identificado como insuficiência. Não é transformado automaticamente em juros, multa ou nova obrigação no próximo período. Para continuar a memória em outra data, seria necessário informar os novos valores exigíveis e as regras de transporte das parcelas.

O efeito de um bloqueio documental

Selecione o bloqueio de pagamentos subordinados. Depois de cumprir as quatro primeiras prioridades, o simulador conserva R$ 15.000,00 em caixa e não paga juros ou amortização subordinados. A necessidade dessas duas linhas continua aparecendo. A retenção não apaga o que foi informado como devido.

Essa escolha representa uma condição já definida para o cenário. O aplicativo não decide se um índice contratual foi descumprido, se uma assembleia afastou o bloqueio ou se a suspensão é juridicamente válida. Tais elementos precisam estar demonstrados antes de selecionar a opção.

Casos de conferência e arquivos

Com caixa livre de R$ 50.000,00, as despesas recebem R$ 10.000,00, a reserva R$ 15.000,00 e os juros seniores R$ 25.000,00. As prioridades seguintes não recebem valores. Com caixa zero, nenhuma alocação ocorre. Se a reserva existente superar a exigida, a recomposição é zero e o excedente não é liberado automaticamente.

O pacote inclui as premissas, a distribuição inicial e casos de teste independentes. Para uma controvérsia, acompanhe a memória com extratos segregados, avisos de pagamento, despesas comprovadas e a versão do termo que define a ordem. A conciliação deve explicar tanto o dinheiro distribuído quanto o retido, permitindo que o perito contábil localize a diferença antes de examinar suas consequências.

Documentos e atendimento técnico

A Lei 14.430 e a Resolução CVM 60 compõem as referências gerais para examinar a estrutura. O termo, seus aditamentos e os documentos contemporâneos determinam quais condições devem entrar na memória de uma emissão específica.

Consulte o escopo de perícia financeira em CRI e converse com a Costa Nova sobre a documentação disponível e a divergência que precisa ser esclarecida.

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