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UFM São Francisco do Guaporé 2026

UFM de São Francisco do Guaporé/RO em 2026: valor oficial, fonte e cálculo técnico conferido pela Costa Nova.

UFM de São Francisco do Guaporé/RO: a fonte oficial examinada documenta R$ 18,39 para 2026. Este guia delimita a referência, demonstra sua conversão e registra os cuidados necessários para que o parâmetro seja usado no período correto.

Documento e alcance do valor

O Decreto 2, de 6 de janeiro de 2026, fixa a UFM do exercício em R$ 18,39.

A data do ato e o exercício de aplicação precisam permanecer em campos separados na memória de cálculo. A conclusão técnica depende, portanto, de três identificadores simultâneos: município e unidade federativa, denominação do índice e competência. Um número isolado, ainda que matematicamente correto, não substitui a prova da regra que determina a quantidade aplicável.

Demonstração do cálculo

Para reproduzir a conversão, adotamos a fórmula valor em reais = quantidade comprovada × valor unitário da referência. Como teste, 8 UFM multiplicadas por R$ 18,39 resultam em R$ 147,1200 antes da apresentação em centavos e em R$ 147,12 no total monetário.

Quantidade documentalProduto sem arredondarTotal em centavos
8 UFMR$ 147,1200R$ 147,12
15 UFMR$ 275,8500R$ 275,85
22,5 UFMR$ 413,7750R$ 413,78
Demonstração própria. As quantidades são hipóteses de conferência e não reproduzem taxa ou penalidade municipal.

O valor unitário possui 2 casas decimais no dado consultado. A memória deve conservar essa precisão nas etapas intermediárias e apresentar o total monetário em centavos somente ao final. Quando a cobrança reúne vários itens, o procedimento verificável é calcular cada componente com a precisão documental, somar os produtos e só então aplicar o arredondamento monetário compatível com a demonstração.

Questão técnica específica

A data do ato e o exercício de aplicação precisam permanecer em campos separados na memória de cálculo. Em uma perícia contábil, esse ponto deve ser confrontado com o lançamento, a guia, o processo administrativo e a norma que expressa a obrigação em unidades. A unidade monetária não define, por si, base de cálculo, alíquota, multa, desconto ou quantidade.

O Perito Contábil deve registrar a fonte do parâmetro, a data de consulta e a competência efetivamente apurada. O Assistente Técnico Contábil pode então reproduzir a multiplicação, testar o arredondamento e identificar se houve troca de exercício, uso de município homônimo ou aplicação duplicada de índice. Esse encadeamento torna o resultado auditável.

Aplicação em perícia tributária e Cálculos Judiciais

Na perícia tributária, a referência local pode aparecer em taxas, multas, preços públicos ou outros valores apenas quando a legislação específica assim dispuser. A análise não deve transportar automaticamente o UFM para tributo estadual ou federal, nem presumir que toda cobrança municipal é expressa nessa unidade.

Nos Cálculos Judiciais, a mesma cautela evita substituir correção monetária judicial por unidade fiscal administrativa sem comando documental. A Costa Nova separa a conversão da unidade, os encargos posteriores e os pagamentos, cada qual em sua data-base. Assim, a Perícia Contábil apresenta premissa, evidência, método, efeito numérico e conclusão em sequência verificável.

Conclusão

Conclui-se que o dado documental deste guia é UFM de São Francisco do Guaporé/RO em 2026: R$ 18,39. Sua utilização correta exige prova da quantidade e da competência. Os exemplos acima confirmam o método de multiplicação e arredondamento, sem afirmar que as quantidades hipotéticas correspondam a cobrança real do Município.

Consulta e apoio técnico

Consulte o diretório de índices municipais, a página de perícia tributária, os serviços de Cálculos Judiciais e a área de atualização de valores.

Fonte consultada

Conferência documental: 11 de setembro de 2026. Os cálculos foram refeitos com precisão decimal. O guia não substitui a leitura integral da norma específica da obrigação.

Série histórica e corte temporal: UFM São Francisco do Guaporé 2026

Trate a referência municipal como uma série datada, não como um número permanente. Em UFM São Francisco do Guaporé 2026, registre o ato consultado, a data de publicação, o início da vigência, o valor unitário e a quantidade indicada no documento que originou a obrigação. O pagamento pode ocorrer depois, mas não altera automaticamente a referência usada no lançamento.

Teste numérico individualizado

Use 43 unidades como exemplo metodológico. Reproduza o lançamento com a tabela original e, em cenário separado, com a referência alternativa. Se duas tabelas diferirem R$ 0,10 por unidade, apresente o impacto de R$ 4,30 em cenário próprio, sem escolher a fonte apenas pelo resultado mais alto ou mais baixo.

Quatro evidências que precisam conversar

  • publicação oficial com exercício e vigência
  • lançamento, guia ou decisão que informa a quantidade
  • memória com fórmula e regra de arredondamento
  • recibo, compensação ou estorno vinculado ao evento

O fechamento de UFM São Francisco do Guaporé 2026 deve reconciliar quantidade vezes valor unitário com o documento de cobrança e, depois, demonstrar abatimentos em ordem cronológica. Se faltar fonte oficial, identifique a limitação e mantenha alternativas explícitas.

Veja também o conjunto de índices municipais e o roteiro de documentos para análise técnica.

Diagnóstico da diferença

Se o resultado não coincidir com a cobrança, teste separadamente quatro causas: quantidade transcrita, exercício da unidade, regra de arredondamento e evento financeiro posterior. Registre o efeito de cada teste em coluna própria. Essa decomposição mostra se a divergência é documental, temporal ou apenas aritmética e evita substituir a memória por uma diferença líquida sem explicação.

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