A URM de Mariano Moro para 2026 corresponde a R$ 4,24. O Decreto Municipal 2.936 é de 8 de janeiro de 2026 e declara efeitos a partir de 1º de janeiro. A data de 10 de fevereiro de 2026 exibida no portal CESPRO identifica a publicação naquele portal, não a data de assinatura do decreto.
Três informações que não podem ocupar a mesma coluna
O ato reúne a unidade fiscal, referências por metro quadrado para imóveis e o valor da taxa de coleta de lixo. Uma planilha que converta todos esses números em URM mistura grandezas diferentes. O valor por metro quadrado já está expresso em reais, enquanto uma quantidade de URM ainda depende da conversão monetária.
| Referência no decreto | Unidade de leitura | Valor |
|---|---|---|
| URM de 2026 | Reais por URM | R$ 4,24 |
| Terreno do tipo B, identificado em vermelho | Reais por metro quadrado | R$ 133,02 |
| Taxa de coleta de lixo indicada para 2026 | Valor em reais | R$ 51,50 |
Terreno de esquina, exemplo de conferência
Considere, exclusivamente para estudo, um terreno de 300 m² classificado como tipo B. A multiplicação de 300 por R$ 133,02 resulta em R$ 39.906,00. Como o decreto prevê acréscimo de 20% para lotes de esquina, essa condição, se comprovada no cadastro, leva a R$ 47.887,20.
Esse resultado demonstra apenas a referência do terreno nas condições escolhidas. Não é o IPTU devido nem uma avaliação de imóvel real. Construções, dados cadastrais e demais elementos do lançamento precisam ser examinados separadamente. Aplicar R$ 4,24 novamente sobre os R$ 47.887,20 converteria um valor que já estava em reais.
Como organizar a memória de cálculo
Use campos distintos para área, classificação, condição de esquina e referência monetária. Para uma obrigação hipotética de 80 URM, a operação é outra, 80 × R$ 4,24 = R$ 339,20. A quantidade de 80 unidades não foi extraída de tabela de cobrança e serve apenas à demonstração.
Na revisão pericial tributária, essa separação permite apontar se a divergência nasce da classificação do imóvel, da área considerada ou da conversão. A data do decreto, o início de seus efeitos e a data de publicação no repositório devem permanecer identificados, sem substituir um pelo outro.
Referências para conferência
Documentação consultada em 22 de setembro de 2026. Consulte também o diretório de índices municipais.
Cronologia do cálculo: URM Mariano Moro 2026
A revisão deve começar pela cronologia do ato municipal e do lançamento. Em URM Mariano Moro 2026, registre o ato consultado, a data de publicação, o início da vigência, o valor unitário e a quantidade indicada no documento que originou a obrigação. O pagamento pode ocorrer depois, mas não altera automaticamente a referência usada no lançamento.
Teste numérico individualizado
Use 14 unidades como exemplo metodológico. Registre o saldo antes e depois de cada pagamento para impedir abatimento duplicado. Se duas tabelas diferirem R$ 0,05 por unidade, apresente o impacto de R$ 0,70 em cenário próprio, sem escolher a fonte apenas pelo resultado mais alto ou mais baixo.
Quatro evidências que precisam conversar
- publicação oficial com exercício e vigência
- lançamento, guia ou decisão que informa a quantidade
- memória com fórmula e regra de arredondamento
- recibo, compensação ou estorno vinculado ao evento
O fechamento de URM Mariano Moro 2026 deve reconciliar quantidade vezes valor unitário com o documento de cobrança e, depois, demonstrar abatimentos em ordem cronológica. Se faltar fonte oficial, identifique a limitação e mantenha alternativas explícitas.
Veja também o conjunto de índices municipais e o roteiro de documentos para análise técnica.
Diagnóstico da diferença
Se o resultado não coincidir com a cobrança, teste separadamente quatro causas: quantidade transcrita, exercício da unidade, regra de arredondamento e evento financeiro posterior. Registre o efeito de cada teste em coluna própria. Essa decomposição mostra se a divergência é documental, temporal ou apenas aritmética e evita substituir a memória por uma diferença líquida sem explicação.
