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UFM Campos de Júlio 2026

Valor oficial da UFM de Campos de Júlio em 2026, fonte municipal, exemplos conferidos e critérios para perícia contábil e cálculos judiciais.

UFM de Campos de Júlio/MT: a fonte oficial consultada identifica o valor unitário de R$ 15,02 para 2026. Esta análise da Costa Nova mostra como transportar a informação para uma memória verificável, sem confundir fonte, vigência e operação aritmética.

O ponto técnico específico é a confronto entre o valor em destaque e os arquivos anuais do portal. Em cálculos judiciais e administrativos, uma diferença aparentemente pequena pode se repetir por muitas unidades. Por isso, o Perito Contábil e o Assistente Técnico Contábil precisam conservar o documento de origem, a quantidade e a regra de arredondamento.

O que a fonte oficial comprova

O documento municipal usado é Decreto 1/2026. Ele sustenta a afirmação de que a UFM foi divulgada por R$ 15,02 no recorte de 2026. Esta página não atribui ao Município um índice de reajuste que a evidência consultada não confirme.

O recorte desta página é o exercício de 2026. A data do fato gerador, da multa ou do ato processual deve ser comparada com a vigência indicada pela fonte antes de converter qualquer quantidade.

Limite da conclusão: o valor da unidade não prova, sozinho, que uma cobrança concreta está correta. Ainda é preciso examinar a lei que criou a obrigação, a quantidade aplicada, a competência, a data de incidência e eventuais regras próprias de atualização.

Demonstração própria e conferida

A operação básica é quantidade de unidades × valor unitário. Mantendo a precisão publicada e arredondando o total para centavos, obtêm-se os seguintes exemplos:

Conversões exemplificativas da UFM de Campos de Júlio
QuantidadeMemóriaTotal
4 UFM4 × R$ 15,02R$ 60,08
19 UFM19 × R$ 15,02R$ 285,38
88 UFM88 × R$ 15,02R$ 1321,76

Esses números são demonstrações, não débitos reais. Eles permitem testar a mecânica da conversão sem inventar multa, taxa, tributo, processo ou quantidade local. Cada multiplicação foi recalculada de modo independente antes da publicação.

Questão técnica: confronto entre o valor em destaque e os arquivos anuais do portal

Em um laudo, a premissa deve aparecer antes da operação: qual documento fixou a unidade, qual período ele alcança e qual quantidade consta do título ou do lançamento. A multiplicação só vem depois. Essa ordem permite que outro profissional refaça a conta e localize uma eventual divergência na fonte, na quantidade ou no arredondamento.

A fonte também permite comparar R$ 14,42 com R$ 15,02. A variação aritmética é de 4,16%, útil como conferência, mas o percentual não substitui a leitura do ato nem define sozinho o alcance jurídico.

Teste de reversibilidade

Uma boa memória também funciona no sentido inverso: ao dividir o subtotal pela quantidade, deve-se recuperar R$ 15,02 por unidade, ressalvado o efeito de centavos quando o total foi arredondado. Se a divisão não recompõe o valor, há sinal de truncamento precoce, quantidade incorreta ou uso de outro exercício.

Roteiro documental para o laudo

  1. Identificar o documento municipal e registrar o endereço eletrônico e a data de consulta.
  2. Confirmar o exercício, a data de início dos efeitos e a denominação exata da unidade.
  3. Localizar no título, auto, regulamento ou decisão a quantidade efetivamente aplicada.
  4. Multiplicar com a precisão publicada, demonstrando cada subtotal por período.
  5. Separar correção monetária, juros, multa e honorários, sem somar fatores de natureza distinta.
  6. Comparar o resultado com a cobrança e explicar toda diferença de premissa ou arredondamento.

O artigo 524 do Código de Processo Civil exige demonstrativo discriminado e atualizado do crédito no cumprimento de sentença. Essa exigência reforça a necessidade de expor índice, taxa, termos inicial e final e descontos obrigatórios, conforme o caso. Ela não transforma a UFM municipal em índice universal: a pertinência depende do título e da norma local aplicável.

Como a perícia contábil trata divergências

Se a Administração, o contribuinte e o processo exibirem resultados diferentes, a comparação deve começar pelas premissas. A Perícia Contábil verifica se todos usaram o mesmo valor unitário, o mesmo exercício e a mesma quantidade. Depois, avalia casas decimais, arredondamentos e parcelas temporalmente distintas.

O trabalho técnico não substitui a interpretação jurídica do juízo nem presume a validade da cobrança. Ele torna mensurável o efeito de cada hipótese: valor municipal comprovado, quantidade documental, período de vigência e operação reproduzível. Essa separação facilita quesitos, impugnações e conciliações.

Conclusão

Para Campos de Júlio/MT, a evidência examinada permite trabalhar com R$ 15,02 por UFM em 2026, dentro do alcance temporal descrito. A conclusão confiável nasce da combinação entre fonte oficial, período correto, quantidade documentada e memória aberta. A Costa Nova aplica esse método em assistência técnica, perícia tributária, perícia contábil e cálculos judiciais, sempre indicando o que foi comprovado e o que ainda depende dos autos.

Fontes oficiais consultadas

Consulta e conferência em 11 de setembro de 2026.

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