A UFM de Chavantes/SP para 2026 é R$ 4,14, conforme a tabela municipal. O portal apresenta referências de 2018 a 2026, com uma repetição da linha de 2025 e os anos de 2022 e 2023 fora da sequência visual dos demais.
Na perícia tributária e na perícia contábil, essas características exigem organizar a base pelo exercício identificado, não pela posição de cada elemento na página. Uma linha repetida na fonte não é, por si, uma nova referência ou uma segunda cobrança.
Série organizada pelo ano
| Exercício | Uma UFM |
|---|---|
| 2018 | R$ 2,78 |
| 2019 | R$ 2,89 |
| 2020 | R$ 2,98 |
| 2021 | R$ 3,10 |
| 2022 | R$ 3,44 |
| 2023 | R$ 3,64 |
| 2024 | R$ 3,79 |
| 2025 | R$ 3,96 |
| 2026 | R$ 4,14 |
Fonte: Prefeitura de Chavantes, Unidades Fiscais, consultada em 11 de setembro de 2026. O quadro preserva os valores publicados e remove apenas a repetição de referência de 2025 na apresentação deste guia.
Como controlar a duplicidade sem perder evidência
O arquivo de trabalho deve conservar a transcrição original e criar, separadamente, uma tabela de parâmetros únicos por município, unidade e exercício. Duas ocorrências de 2025 com o mesmo valor podem alimentar um único parâmetro, sem apagar a evidência de que a fonte o mostra duas vezes.
Essa operação não autoriza eliminar lançamentos fiscais reais apenas porque possuem o mesmo exercício. Dois documentos distintos podem utilizar a mesma UFM e representar obrigações diferentes. A chave da tabela de índices não é a mesma chave do cadastro de débitos.
Conversão e fechamento por documento
Uma quantidade hipotética de 125 unidades de 2026 corresponde a 125 × R$ 4,14 = R$ 517,50. Pela referência de 2025, a mesma quantidade corresponde a R$ 495,00. A diferença de R$ 22,50 mede apenas a mudança da expressão monetária.
Para um teste com quatro documentos hipotéticos de 100 unidades, cada um convertido pelo respectivo exercício de 2023 a 2026, os valores seriam R$ 364,00, R$ 379,00, R$ 396,00 e R$ 414,00. O total demonstrativo é R$ 1.553,00. Repetir o documento de 2025 acrescentaria R$ 396,00 e produziria R$ 1.949,00.
O exemplo distingue dois riscos: duplicação de um parâmetro na importação e duplicação de uma obrigação na totalização. Nenhum deles foi identificado como prática da Prefeitura. A hipótese de conversão pelo exercício de cada documento também precisa de fundamento no caso real.
A posição na página não altera a competência
Os valores de 2022 e 2023 aparecem depois de anos anteriores na tabela consultada. Uma rotina que atribua anos sequenciais às posições, em vez de ler os rótulos, poderá trocar as referências. O teste adequado verifica o ano escrito ao lado do valor.
Ordenar a série é uma transformação de apresentação, não uma alteração de conteúdo. Para permitir reprodução, o profissional deve informar a regra de organização, a data da consulta e a existência de duplicidades ou lacunas. Valores ausentes não devem ser interpolados sem que isso seja explicitamente tratado como estimativa.
O que a série não resolve sozinha
A tabela nominal não define a quantidade de unidades devida por uma receita, o marco de conversão de um débito antigo ou o regime completo de juros e multa. Esses elementos precisam vir do lançamento, da legislação pertinente, do título judicial e dos documentos de pagamento.
O Perito Contábil pode comparar as contas depois de alinhar exercícios e componentes. O Assistente Técnico Contábil pode demonstrar se a diferença decorre de referência, quantidade, duplicidade de documento ou baixa financeira.
A Costa Nova emprega essa organização em perícia contábil e cálculos judiciais, com rastreabilidade entre o dado publicado e o valor calculado.
Os testes são próprios e hipotéticos. A normalização da série não foi apresentada como auditoria de lançamentos municipais nem como apuração de crédito recuperável.
