A UFRM de Chapecó/SC para 2026 é R$ 6,0792. O portal municipal também publica as referências de R$ 5,8354 para 2025 e R$ 5,5660 para 2024, dentro de uma série iniciada em 2003. A disponibilidade histórica permite conferir a escolha do exercício, em vez de utilizar sempre a primeira linha da tabela.
Na perícia tributária e na perícia contábil, uma consolidação de vários lançamentos exige preservar a referência de cada componente. Somar primeiro todas as quantidades e depois multiplicar pela unidade atual somente é adequado quando o regime da obrigação sustenta essa mesma referência para todos os itens.
Valores que sustentam a comparação
A tabela oficial da Prefeitura de Chapecó, consultada em 11 de setembro de 2026, identifica a Unidade Fiscal de Referência Municipal por exercício. As quantidades abaixo são hipotéticas e adotam, apenas para demonstração, a premissa de conversão individual pelo ano indicado.
| Referência | Quantidade hipotética | Unidade | Produto em centavos |
|---|---|---|---|
| 2024 | 150 | R$ 5,5660 | R$ 834,90 |
| 2025 | 230 | R$ 5,8354 | R$ 1.342,14 |
| 2026 | 60 | R$ 6,0792 | R$ 364,75 |
| Total do exemplo | 440 | Referências segregadas | R$ 2.541,79 |
O exemplo arredonda o resultado monetário de cada linha para centavos. Não representa dívida ativa real nem estabelece o marco de conversão de qualquer receita específica.
O efeito de substituir todas as referências pela atual
A conversão das 440 unidades pelo valor de 2026 resultaria em 440 × R$ 6,0792 = R$ 2.674,848, ou R$ 2.674,85. A diferença frente à composição anterior é de R$ 133,06.
Essa diferença não é automaticamente excesso. Ela mede duas premissas distintas. Para escolher a apropriada, o profissional precisa identificar se a obrigação mantém quantidade de unidades até a conversão final ou se cada componente foi consolidado em moeda em uma etapa anterior. A norma e o lançamento, não a preferência pelo resultado menor, comandam essa escolha.
Principal histórico e saldo atualizado não são totais equivalentes
Um demonstrativo de principal por exercício pode ser confrontado indevidamente com outro que contém atualização, juros e multa até uma data posterior. Mesmo com as unidades corretamente transcritas, os dois números podem não representar a mesma grandeza temporal.
A conciliação deve começar alinhando data-base e componentes. Em seguida, cada acréscimo é relacionado ao período que pretende cobrir. Só depois se apura uma diferença comparável. O quadro deste guia não inclui encargos, precisamente para isolar o efeito da seleção da unidade.
Preservação das quatro casas decimais
A expressão de R$ 6,0792 não deve ser substituída por R$ 6,08 antes da multiplicação sem verificar o critério aplicável. Para 10.000 unidades hipotéticas, a referência integral produz R$ 60.792,00; a abreviada, R$ 60.800,00. Os R$ 8,00 de diferença decorrem da precisão perdida, não de mudança de exercício.
É recomendável separar formatação de armazenamento. A célula pode exibir um número com poucas casas para leitura, mas a fórmula deve preservar a precisão da fonte. O arquivo também deve indicar se o arredondamento acontece por item, documento ou total consolidado.
Como documentar a seleção do exercício
A memória deve conter número do lançamento, espécie da receita, quantidade, exercício de referência, valor nominal, fundamento da escolha e pagamento vinculado. Uma coluna genérica denominada ano não esclarece se informa fato gerador, emissão ou conversão.
O Perito Contábil pode reconstruir essa trilha e localizar divergências de quantidade, referência ou baixa financeira. O Assistente Técnico Contábil pode confrontar o demonstrativo da outra parte com as mesmas premissas temporais.
A Costa Nova utiliza essa organização em perícia contábil e cálculos judiciais, com indicação da origem de cada parâmetro.
Alcance: tabela anual de UFRM e testes próprios. A fonte não foi apresentada como auditoria integral das normas de incidência, mora ou parcelamento. Nenhum exemplo corresponde a débito ou restituição efetivamente apurados.
