Este pilar reúne análises de due diligence para telemedicina e empresas de tecnologia em saúde. O recorte considera plataformas, consultas remotas, assinaturas, contratos corporativos, pagamentos digitais, dados de saúde e serviços tecnológicos e organiza 4 estudos publicados sobre documentos, controles, cálculos, riscos e entregáveis.
O pilar faz parte do núcleo de due diligence da Costa Nova Associados. Cada estudo abaixo trata de objeto próprio e oferece dois enfoques complementares, evitando páginas que apenas repetem a mesma expressão.
Como navegar
Escolha primeiro o processo ou saldo controvertido. Em seguida, use a página documental para entender controles e evidências e a página quantitativa para examinar diferenças e cenários. Em trabalhos reais, o escopo deve preservar o sigilo e limitar o tratamento de dados pessoais de saúde ao necessário.
Estudos especializados publicados
- Due diligence para telemedicina e empresas de tecnologia em saúde: consultas remotas realizadas — red flags e validação documental
- Due diligence para telemedicina e empresas de tecnologia em saúde: consultas remotas realizadas — ajustes de valor e integração
- Due diligence para telemedicina e empresas de tecnologia em saúde: assinaturas e planos recorrentes — red flags e validação documental
- Due diligence para telemedicina e empresas de tecnologia em saúde: assinaturas e planos recorrentes — ajustes de valor e integração
Escopo editorial da trilha
Além dos estudos já publicados, a arquitetura desta trilha contempla os processos abaixo. Eles aparecem aqui como mapa temático, sem links para páginas ainda reservadas, e somente serão liberados em ondas posteriores após validação individual.
- consultas remotas realizadas: agendamento, conexão, presença, duração, profissional, registro e cobrança.
- assinaturas e planos recorrentes: adesão, período gratuito, uso, renovação, upgrade, cancelamento e estorno.
- contratos corporativos B2B: vidas elegíveis, preço, mínimo, utilização, reajuste e faturamento.
- gateways e meios de pagamento: captura, parcelamento, tarifa, antecipação, chargeback e repasse.
- repasse a profissionais remotos: consulta concluída, regra, base, cancelamento, retenção e pagamento.
- dados pessoais de saúde e LGPD: finalidade, acesso, compartilhamento, retenção, incidente e evidência.
- integrações, APIs e dados de parceiros: eventos, chaves, falhas, reprocessamento, duplicidade e completude.
- cloud, licenças e infraestrutura tecnológica: consumo, compromisso, alocação, ambiente, fornecedor e custo.
- telemonitoramento e acompanhamento remoto: paciente ativo, dispositivo, leitura, alerta, interação e cobrança.
- créditos, cupons e benefícios: emissão, validade, resgate, expiração, fraude e reconhecimento.
- desenvolvimento e capitalização de software: fase, equipe, horas, viabilidade, manutenção e baixa.
- métricas SaaS aplicadas à saúde: receita recorrente, churn, CAC, retenção, uso e margem.
Critérios técnicos
Conclusões devem manter ligação entre regra, documento, dado, procedimento, resultado e limitação. Sistemas assistenciais, faturamento, documentos fiscais, bancos e razão são reconciliados por chaves comuns. Exemplos são ilustrativos e não antecipam diagnóstico sobre empresa, profissional ou contrato específico.
Fontes oficiais
- ANS — Padrão TISS vigente.
- ANS — códigos da TUSS.
- Anvisa — cadastro e regularização de empresas.
- Lei nº 13.709/2018 — LGPD.
- ANPD — perguntas frequentes sobre dados pessoais.
- CFC — NBC TA de Auditoria Independente.
- ANS — autorização, DIOPS e Plano de Contas Padrão.
Limites
O material é informativo e não substitui orientação médica, jurídica, sanitária ou tributária. Regras, sistemas e versões do Padrão TISS podem mudar. A norma, o contrato e a jurisdição aplicáveis à data do evento precisam ser confirmados.
